quinta-feira, 21 de maio de 2009

NY é Mara!!

8:00 p.m em Silver Spring, Maryland, partimos eu, Na, Dami e Paixão. O destino: New York, a 365 km de distância.

Enchemos o tanque do carro e fomos pela estrada que, salvo os pedágios, em nada se assemelha as nossas. Placas gigantes para que qualquer míope enxergue, indicavam onde estávamos. O asfalto... ah o asfalto... lisinho, parecia que tinham acabado de colocar, buraco? Que buraco? Acho que nem existe essa palavra lá.

Passamos pela cidade de Baltimore, saímos do estado de Maryland, entramos em New Jersey e chegamos em NY, sendo a maioria do percurso feito pela rota I – 95N.

11:30 p.m em New York city! CHEGAMOS! E fomos direto ao Empire State ver a cidade do alto dos 86 andares!

Tínhamos exatamente 24 horas para curtir TUDO o que a cidade que nunca pára tem para nos oferecer! Não podíamos dormir no ponto...



No Empire State: U$ 20, 00 e subimos. De lá é possível ver uma extensão de 130 km, eu via todas as luzes acessas a meia noite da cidade. Linda, movimentada, a sensação é de estar num daqueles filmes hollywoodianos... O que atrapalhou, na verdade deixou mais emocionante, era o vento que fazia. Minha nossa, não tinha como mexer, as fotos todas tremidas por causa da movimentação. O nosso corpo agüentava apenas alguns minutinhos fora da redoma de vidro que tem no centro do último andar.

Saímos de lá e nos demos conta de que no Brasil era a primeira noite de carnaval! E por isso, na cidadezinha ao lado de New York, chamada Newark, cheia de brasileiros, teria um tipo de comemoração na rua. Fomos para lá. Mas, era muito tarde! Mais de duas da manhã e a única coisa aberta era a Casa do Pão de Queijo. MA-RA-VI-LHA! No frio que fazia nada melhor do que um pão de queijo a la Brasil e um cafezinho. E foi isso que fizemos.



Felizes por encontrarmos um lugar brasileiro no meio de tanta americanada resolvemos achar um hostel para dormir. Porém não esperávamos que seria TÃO, MAS TÃO difícil essa busca! Celulares nas mãos, GPS ligado e lá fomos nós louco por uma cama bem quentinha e barata! Ligamos para milhares de hostels e todos eram ou longe, ou caro, ou não tinha vaga para o carro. Chegamos até a parar em um no centrão de NY.

(pausa agora para um acontecimento: Eis que chegamos ao hostel que ficava no centro de NY e desce do carro, eu - beeem sonolenta, Natália – dormindo, Dami – irritada e Paixão – cansadíssimo, estávamos decididos a ficar nesse hostel mesmo... atravessamos a rua e sai da lata do lixo uma ratazana gigante!!! Passa pelo pé da Na e entra debaixo de um banco da calçada!! ESTAMOS EM NOVA IORQUE!!! YES!!!)

Bom, não ficamos nesse hostel e fomos parar num muito, muito, muito longe que eu nem sei onde fica porque dormi o caminho inteiro. Eram 4 a.m.
Pagamos os U$ 25,00 pelo quarto que tinha: duas camas de casal, um banheiro e uma prateleira, além dos extras como – duas baratas mortas, pregos nas cabeceiras das camas, acupuntura e sauna durante o banho, coco de rato e que mais... ahh chocolates na pia de surpresa! Era tudo o que precisávamos. Capotamos.

No outro dia acordamos as 11 a.m e o destino era a Estátua da Liberdade em Downtown Manhattan (uhul!!)
Fomos lá... GPS ligado, brisinha nova-iorquina e um bom Big Mac para iniciar o dia.

U$12,00 mais uma filinha, entramos no ferry boat e aportamos no marco do EUA! Muito bonita e imponente a estátua fica em cima de um jardim de pombas! Mas, cá entre nós, o nosso Cristo dá pau na D. Estátua! Curtimos a vista, a paisagem, tiramos milhares de fotos e às 5:00 p.m. voltamos para a cidade.



O foco agora era a Times Square, que é o cruzamento da Broadway com a 7° Avenida, entre as Ruas 42 e 47, FANTÁSTICA! No caminho uma paradinha (báásica) no Central Park.

Não dá né, para ir para NY e não passar no parque mais famoso do mundo! Descemos correndo eu e a Na e por causa da pressa esquecemos as luvas e os cachecóis! Resultado: mãos congeladas, dedos roxos, e muito, muito frio na espinha! Mas, mesmo assim, tiramos fotos, rimos e até sambamos para comemorar o carnaval que começava...

Voltamos ao trajeto para a Times Square, muita gente andando pra lá e pra cá, propagandas de tudo quanto é tipo de lojas, farmácias, supermercados, chocolates...tem DE TUDO! Os olhos brilham de tanta luz! A sensação é inexplicável! Liberdade, felicidade, vontade de gritar, ainda mais quando floquinhos neves surgem do céu ... aaaaaaaaahh que vontade de voltar!

Andamos pela avenida e NÃO COMPRAMOS nada! Salvo as famosas blusinhas “Eu – coração – NY” e chocolates!

Leves de tão felizes e quase voando com o vento que fazia na cidade, fomos até o carro que estava num cruzamento com a 42 e partimos para Silver Spring, eram 9:00 p.m.




segunda-feira, 11 de maio de 2009

Em busca da felicidade??

Felicidade é uma cidade pequenina, é uma casinha, uma colina, qualquer lugar que se ilumina ...

Felicidade, seria isso o que mais almejamos aqui?
Seria esse o motivo propulsor de tudo o que fazemos, deixamos de fazer, ou então, planejamos fazer?

Bom, não é o que parece.

A cada dia que passa me sinto mais rodeada de pessoas que buscam o inverso, buscam a discórdia, a raiva... Pessoas egoístas que só enxergam o próprio umbigo, só pensam em querer MAIS, sempre mais para satisfazer apenas o que acham ser importante para si.

Sinceramente, eu estou cansada disso tudo. Não consigo mais conversar com alguém sem ter “o pé atrás”, sem desconfiar, sem na minha cabeça não vir o pensamento “ será mesmo?”. Não quero sentir isso, queria voltar a ter a minha ingenuidade da infância, poder acreditar em tudo sem problemas...

Hoje eu não acredito mais ... espero um dia poder voltar a acreditar. Só espero que isso seja antes de eu ficar cega, surda e muda ...

Fica aí o meu desabafo dessas semanas ...

segunda-feira, 20 de abril de 2009

SHAMU ! SHAMU !

Uma palhinha do Show da Shamu pra vocês!!

...

sábado, 18 de abril de 2009

Histórias ... nossas histórias!


Pra dar uma mudada no perfil do blog , pensei em postar histórias que aconteceram lá. Contudo as histórias serão contadas pelos seus personagens!
E quem vai estreiar será a famosa: "I think so ..." "Why not?", do nosso grande amigo, cantor, compositor, imitador ... Jorge, vulgo Rorree!

E nas palavras dele:

Tudo começou em um dia comum de trabalho, quando fui designado para cumprir minha jornada juntamente com meu compatriota Robson, vugo Robinho, e com um americano gente fina chamado Ryan, no que chamávamos de "Adventure Photo Little", que nada mais era do que o segundo ponto de venda de fotos em que nós costumávamos exercer nossa célebre e estratégica função de "sales clerk".


Pois bem, tudo transcorria normalmente, o dia se arrastava como sempre, pois as ultimas semanas não estavam tão "busy" como no fim do ano. Eu havia atendido alguns convidados, e tudo estava caminhando para ser mais um dia como qualquer outro. Porém, em um de meus atendimentos, enquanto estava auxiliando uma guest, muito simpática por sinal, esta me fez um questionamento, simples, é verdade:


"Excuse-me. Can I buy these pictures now and pick-up when I'm leaving the park?"


Neste momento, ao processar o questionamento da convidada, demorei um pouco mais do que de costume, é verdade, mas entendi a pergunta. O problema é que eu me esqueci da porra do procedimento que se adequa a estes casos. Tendo em vista esta pequena falha de memória, de ordem absolutamente técnica, fiquei por alguns segundos pensando no que responder para a simpática mulher. Como meu cérebro não me ajudou, a única coisa que me veio à mente foi:


"I THINK SO..."


Mas o problema é que, ao mesmo tempo em que a inútil frase me veio à mente, ela saiu pela minha boca de forma natural, uma vez que o silêncio estava começando a ficar constrangedor. Meu colega de trabalho, o americano Ryan, que, ao contrário de mim, fala e entende inglês, mais do que rapidamente, me auxiliou e deu a resposta adequada para a convidada: "We can do a package pick-up, and before you leave the park, you just need to pass by the Shamu's Emporium, and ask some employee about your package, showing this paper that i'm giving you now."


Tudo se resolveu, porém, como já era de se esperar, meu compatriota Robson, vugo Robinho, não só tirou um puta sarro da minha pessoa, como espalhou a infeliz história para todos os intercambistas, mas com requintes de crueldade, adicionando a famosa mão no queixo, de pensador, e algumas frases, acompanhando o I THINK SO..., tais como:


"WHY NOT? IF YOU WANT! IF YOU BELIEVE, JUST DO IT! EVERYTHING IS POSSIBLE! MAKE IT HAPPEN!"


E coisas do tipo ...

sábado, 4 de abril de 2009

My Work ... my friends ...


Agora vamos contar as histórias do SeaWorld ...

Bom, pensei ... pensei .. no que eu deveria escrever nessa volta do blog e resolvi que não há nada mais interessante do que falar sobre o norteador desta viagem que teve como princípio básico o Work Experience. Contarei, então, do Voyager’s Pizza Restaurant que passou a ser Smoke Restaurant.

No começo não foi nada fácil, as pessoas me estranhavam e eu as estranhava mais ainda. Todas correndo na hot line, falando alto, pegando uma coisa aqui, outra lá e eu perdidinha ali no meio. Sem contar que 85% dos funcionários do restaurante erabem grandes, tanto as mulheres como os homens tinham um perfil físico XXXXXXL! E eu ali no meu era como uma mosca que caiu na sopa!

Mas, aos poucos fui pegando o jeito da coisa ... e surgiram aquelas primeiras histórias já registradas neste blog. Com o passar do tempo, eu tenho que confessar que o pessoal do Voyager’s me conquistou. Viraram uma família, não tinha mais alguém ali que me incomodava.

Óbvio que ainda tinham aquelas mal encaradas que te olhavam de cima embaixo e esbarra com tudo. Só que eu não ligava mais, porque eu já estava bem com a maioria.
Foram pessoas que me mostraram que a convivência também faz bem, pois foi no dia-após-dia que eu percebi o quanto gostava deles e o quanto eles já faziam parte da minha vida e da minha história. E por isso, reservei este espaço do blog agora para contar um pouquinho de cada um de lá, de Orlando!

Aguida ( AGÜIDA) Como ela sempre me corrigia. Essa foi uma mãezona pra mim! Haitiana, vinte e sete anos, com um filho de nove, morava há seis meses em Orlando e tinha uma felicidade no rosto sem igual. Ela entrou no Voyager’s uma semana antes de mim e foi ela quem me ensinou tudinho da hot line! Fez até chamada oral para ver se eu estava falando o nome das comidas certinho. Lembro como se fosse hoje ela me abraçando e dizendo um “congratulations girl”

No Natal, estávamos lá nós duas trabalhando e ela me convidou para passar a ceia com ela. Juro que foi um dos convites mais lindos que eu recebi. Achei de uma graça sem tamanho. Mas, infelizmente não era tão fácil assim e eu não pude ir!

A Aguida sempre estava lá a postos na hot line. Preparada para o próximo cliente e para me dar um abraço. Sempre estava e deve estar hoje, agora servindo um ribs ou um chicken e quem sabe uma pizza, se é que eles voltaram com o cardápio antigo!




Luis. Esse sim era o leader - anjo da guarda dos intercambistas. E eu adotei esse anjo com os sentimentos mais puros que eu tenho. Uma pessoa encantadora. No começo eu o via passando pelos corredores da cozinha, dos collers, mas nunca falava com ele. Até que um dia, quando a clientela começou a diminuir e consequentemente as minhas horas de serviço, o meu dinheiro e por ai adiante ... que ele apareceu.

É claro que eu fui reclamar né? Poxa, trabalhando seis horas por dia a gente não tinha direito ao ticket para almoçar e não ganhava o suficiente para pagar o housing e ainda comprar comida. E o Luis todo prestativo pegou um bloquinho de ticket, assinou, me deu e disse: “For you”. Fiquei tão feliz que instantaneamente dei um abraço nele. E a partir daí, todos os dias a gente conversava, ria, ele me ajudava quando eu não entendia nada, ou quando eu precisava de mais horas, mais tickets! Hehehe..

A gente fez uma amizade tão gostosa que até das poucas vezes que eu fiquei meio malzinha, cabisbaixa ele percebeu e veio conversar comigo ... Sempre falando baixo e andando lentamente ele vinha me dar um abraço. Que delícia!

Mickey. Ah o Mickey!! Esse era o leader mais piada!!! Quando eu ainda não o conhecia eu morria de medo dele. Achava ele bravo, sei la ... Só que esse porto-riquenho me conquistou e me fez rir muito pelo Voyager’s !

A nossa aproximação foi por causa de um interesse, da parte dele, de que eu conversasse com o líder de uma excursão de brasileiros que usava uma camiseta com o escrito “Bicho da terra”. Na hora achei estranho. “Por que o Mickey quer essa blusa? Ela não tem nada demais”. Depois eu entendi que era porque “bicho da terra” na língua dele significa ouuutraa coisa que eu nem escreverei aqui.

Fiz o que ele me pediu, afinal ele era o meu leader, e consegui trocar umas refeições no restaurante por 4 camisetas! E a partir desse dia o Mickey passou a ser uma das pessoas mais simpática e querida daquele restaurante pra mim! Ele sempre vinha me abraçar e com aquela barriga gigante me apertava até eu sufocar!!! Depois dava uma olhadinha e eu ia correndo para a hot line! Quando eu era caixa, era uma beleza! Juntava ele e o Luis na minha bancada e a gente ficava horas conversando, e rindo ... e rindo ...

Dee. A Dee era a leader, leader. Ela conseguia ser uma leader adorável, mesmo tendo que ser pulso firme com a gente! Só que não tinha ninguém ali que olhava por nós com tanto afeto e fazia de tudo para resolver os nossos problemas de horas.
Cada dia com um cabelo mais diferente e excêntrico do que o outro ela estava lá na cadeirinha do Office rindo. Uma risada boa, que não tinha como não rir junto.

Para vocês terem uma idéia de como ela era legal comigo e do quanto que eu gostava dela e do seu jeito toda vovozona (não que ela seja velha, mas por afinidade física), nem quando ela me pediu para limpar TODAS as paredes do Voyager’s com um paninho eu fiquei com raiva dela! E olha que eu fiquei horas e horas esfregando, subindo no banquinho para limpar no alto, descia do banquinho para limpar no meio, sentava no chão para limpar embaixo... e andava ...


Alexis. Essa garota tinha sangue brasileiro. Minha nossa! Toda menininha, dezenove anos e trabalhava de final de semana no restaurante. Toda vez ela vinha conversar em “português” comigo! Queria porque queria saber falar português, saber sambar, queria ser brasileira, isso sim!

Lembro do nosso pacto: Ela só podia falar em português comigo e eu só em inglês com ela!” hahaa... No fim saia sempre um inglescomportuguês tudo embaraçado que ninguém, nem eu e nem ela, entendia!

Gostavaaaa de uma conversa essa menina! Sempre no “tititititi tititititti” e sempre feliz, sempre sorrindo, nunca vou esquecer quando eu chegava no Voyager’s sábado a tarde e ela vinha toda, toda: “Olá! Como está você?”
No meu último dia de Voyager’s eu dei a minha camisa do Brasil pra ela e eu senti que foi para a pessoa certa!

Edgar. Dia trinta e um de dezembro, Ano Novo, restaurante aberto, calor, SeaWorld lotado e eu escalada para trabalhar até as 2 da manhã. Magina que eu não estava chateada e com raiva de perder a festa de todos. E como se não bastasse isso, tinham esquecido do meu break! A fome foi apertando, o restaurante lotando e ninguém se ligou que tinha uma pessoa ali que não comia há horas!!

Batata né pra eu dar aquela choradinha básica ... e foi que um cozinheiro surgiu do nada e começou a me chamar. Era ele, Edgar! “Psiu! Psiu! Vem aqui”. E na hora que eu fui na cozinha adivinhem só!! Ele tinha separado um frango à parmegiana delicioso!

Claro, devorei o filé e dei um abraço no Edgar que depois desse dia passou a fazer parte da minha vida Voyager’s e a ser um amigão.



Esses são alguns dos muitos que marcaram a minha vida ...

continuará ...


segunda-feira, 30 de março de 2009

O nosso sonho não vai terminar ...


É passou rápido ... e tudo aquilo que parecia ser eterno fez “puft” e acabou!

A vida paralela, como costumávamos chamar a nossa vida em Orlando, era uma delícia. A nossa preocupação era viver aquele dia intensamente, sem desperdiçar um minuto... Sabíamos que uma hora aquilo acabaria e como eu disse para um amigo meu “vai chegar a hora que a carruagem se transformará em abóbora outra vez”, e era por isso que nós APROVEITÁVAMOS MUITO!

Às vezes eu penso se não é isso que devemos fazer na nossa “vida real”, vive-la por completo, por cada minuto, por cada momento. E eu juro que desde que voltei ao Brasil eu tento pensar nisso, mas é difícil, não é tão fácil como lá.

É claro que tivemos momentos ruins, que não queríamos trabalhar porque estávamos cansados, momentos com dor de cabeça, dor de estômago, momentos de preocupação com o dinheiro, momentos de raiva por algo que deu errado, mas aí é que está a grande diferença. Todas essas adversidades foram apenas MOMENTOS que nós resolvíamos e ao fim do dia, nem lembrávamos mais.

E por saber que não tínhamos muito tempo ali no paraíso nós, sem querer, fazíamos tudo o que os livros de auto ajuda sempre recomendam:


“resolva todos os seus problemas no mesmo dia”, “curta cada descoberta, cada novidade, cada momento como se fossem únicos”, “perdoe rápido quem você gosta”, “viva como se fosse o último dia”, “ria muito”, “almoce com os amigos”, “converse coisas fúteis”, “dance como se ninguém estivesse vendo”, “faça novos amigos”, conheça culturas diferentes”, “enfrente os obstáculos da vida com força e comemore as vitórias depois”, “tenha conversas boas que acrescentem algo para você”, “faça algo inusitado”, “deixe transparecer seus melhores sentimentos”, “arrisque sem medo de errar”, “relembre a sua infância (Disney!!)”, “não pense no futuro como algo que está longe de se concretizar, o futuro é o amanhã” ... viva ...

E desse jeito se resumia a nossa vida em Orlando, no Cumberland Park e no SeaWorld.
Formamos uma família que trabalhava junto, almoçava, jantava e tomava café junto, festejava junto, ria muito junto, descobria junto, conhecia junto, aprendia junto, cantava junto, dançava tudo junto, dormia mais junto ainda e amava muito. (e ama ainda!)

Eu tenho certeza que essa família “Kumberland Pá” marcou de um jeitinho especial cada um de nós, deixando na memória de cada um o gostinho de “quero mais” e de “valeu MUITO a pena” ...

Que essa família permaneça unida ...
Assim seja,

Mari!


terça-feira, 24 de março de 2009

TO VOLTANDO ...


Genteeeeeeeeeeeeeee!!!

Estou voltando ... Eu juro!


É que o momento está tenso, preciso colocar tudo em dia da faculdade (o que não está fácil, visto que faltei um mês nas aulas), e além disso, eu voltei a trabalhar ( não estou reclamando ...!!!) e estou no meio de uma big feira, para quem é do setor e conhece é a Feicon Batimat!


Bom, desculpas a parte, vim aqui para dizer que semana que vem SEM FALTA o blog estará com textos incriveis das aventuras de Orlando e já com um pouquinho de Brasil!!


Beijos a todos!!
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